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Pesquisa com Coleóptera na REGUA

Ederson e Beatriz conduzindo a sua pesquisa nos alagados da REGUA (© Micaela Locke).

A pesquisa científica além de contribuir para a geração do conhecimento local, auxilia a comunidade científica a preencher diversas lacunas e áreas do saber que ainda devem ser investigadas.

Esta semana recebemos a visita de dois pesquisadores, o Ederson e a Beatriz, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que estão buscando larvas da espécie Amalactus carbonarius, família dos Curculionídeos, mais conhecidos como gorgulhos.

 

 

Gorgulho encontrado na Taboa (Typha domingensis).

É o primeiro registro desta espécie colonizando as Taboas (Thypa domingensis), que são encontradas nos alagados da REGUA.

As Taboas se espalham rapidamente no ambiente natural, porém é importante manter o equilíbrio entre a área que elas ocupam e a área em que podem ser abrigo para diversos insetos!

Guapiaçu III: Programa Piloto de Monitoramento dos Recursos Hídricos em Cachoeiras de Macacu

Monitora ambiental analisando macroinvertebrados (© Tatiana Horta).

O Programa Piloto de Monitoramento dos Recursos Hídricos (PPMRH) é uma ferramenta de educação ambiental que tem como objetivo sensibilizar os jovens para a importância dos recursos hídricos e os impactos da presença dos núcleos urbanos, demonstrando a relação floresta x água.

O programa é voltado para estudantes do Ensino Médio, de escolas públicas, do município de Cachoeiras de Macacu e Itaboraí e capacita os jovens para realizarem coletas e análises físico-químicas e biológica da água de 12 pontos de 3 rios da região: Macacu, Guapiaçu e Caceribu.

Em fevereiro desse ano, a equipe do projeto percorreu as escolas do município de Cachoeiras de Macacu apresentando a proposta do programa. Cinquenta jovens foram selecionados de um total de 92 inscritos. Depois de selecionados, os estudantes foram capacitados e se tornaram monitores ambientais.

Devido à pandemia, o curso presencial foi substituído pelo virtual, e em outubro, já foi possível migrar para o ensino híbrido, e assim, foram realizadas aulas práticas de coletas e análises de água. Seguindo as normas de segurança, orientações dos órgãos de saúde e com o uso de equipamentos de proteção individual, a turma foi dividida em pequenos grupos, mantendo a segurança durante a atividade. A prática foi realizada no ponto 7, em Boca do Mato, onde os estudantes puderam conhecer alguns dos macroinvertebrados bentônicos sensíveis à poluição, usados como bioindicadores da qualidade da água, presentes nesse local de coleta. A atividade desperta nos jovens um novo olhar, além de ser uma atividade bem diferente e divertida.

Em outubro, 45 monitores ambientais foram formados no município de Cachoeiras de Macacu, e agora esses jovens irão acompanhar a equipe do projeto nas coletas e análises de água dos rios. O novo desafio iniciado esse ano é a seleção online de estudantes do município de Itaboraí!

O professor Péricles e alunos colentando macroinvertebrados bentônicos (© Tatiana Horta).