All posts by Nicholas Locke

Vigiando o ninho das abelhas

Michael Patrikeev, um amigo Canadense de longa data, ex-voluntário e apoiante da REGUA, enviou esta incrível fotografia de abelhas nativas sem ferrão – Scaptotrigona xanthotricha, também conhecida como Mandaguari Amarela – juntamente com esta explicação do comportamento registrado pela foto:

“Esta espécie, restrita à Mata Atlântica do sudeste brasileiro, habita a floresta úmida  primária e secundária madura, onde constrói ninhos em cavidades e fendas de árvores. A imagem mostra as abelhas guardando as estruturas elaboradas na entrada do ninho. Estas estruturas, que se assemelham a fungos de árvores, são feitas de cera.

Ninho de Scaptotrigona xanthotricha (© Michael Patrikeev)

Observe as marcas de garras abaixo do ninho à esquerda. Essas abelhas são conhecidas por produzir um mel de boa qualidade, e talvez algum mamífero tenha tentado roubar previamente o ninho”.

Esta é apenas uma das inúmeras espécies florestais protegidas na REGUA. Cada informação que encontramos continua a reforçar a importância do trabalho que a equipe da REGUA e seus apoiadores tornam possível.

Mais informações e documentação fotográfica da Biodiversidade da REGUA podem ser encontradas no website de Michael:

http://www.wildnatureimages.org/Insects/Hymenoptera/Apidae-bees/Scaptotrigona-xanthotricha.html

Em homenagem a Gabriela Viana do GGV

Um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de oportunidades!

xmas_card_da_regua-1000x667
REGUA RPPN

A REGUA é uma ONG com designação de RPPN em 350 hectares e vive da captação de recursos para suas atividades de conservação. O título RPPN oferece aos potenciais doadores da REGUA, garantias que a sua doação se converta em patrimônio perpétuo.

Esta denominação é conhecida e respeitada globalmente trazendo transparência a missão da instituição. A definição do uso de solo da RPPN, fruto de um minucioso planejamento e mapeamento topográfico é um exemplo de gestão territorial.

A REGUA também reconhece o privilégio de contribuir com o Parque Estadual Três Picos em aumentar a área protegida para incluir áreas baixas que são essenciais na garantia da qualidade da biodiversidade desta belíssima Unidade de Conservação.