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I Curso Internacional de Determinantes Ecológicos da Dinâmica das Doenças Transmitidas por Vectores

Em resultado de uma parceria com cerca de 10 anos entre a REGUA e o FIOCRUZ, vai ser realizado pela primeira vez em novembro de 2018 uma edição Internacional e com novo formato da tradicional Disciplina de Determinantes Ecológicos das Doenças Transmitidas por Vectores, do programa de pós-graduação em medicina Tropical do Fiocruz.

Contando com a colaboração e docentes de outras instituições nacionais e estrangeiras – UNIRIO, UERJ, Brasil; Florida Medical Entomology Laboratory, EUA; Universidade Cooperativa de Colômbia, Institut de Recherche et Developpement, França; Universidade Alfonso X El Sábio, Espanha – esta edição do curso será realizada na íntegra nas instalações da REGUA (tanto a parte teórica como prática) de 12 a 17 de novembro de 2018. Os convidados e participantes estrangeiros receberão as boas-vindas nas instalações da Fiocruz onde será feita a recepção e apresentação do curso; depois transportados à REGUA onde as demais atividades do programa terão lugar.

A REGUA apoia totalmente este tipo de parcerias e manifestamos nossa alegria ao ver coroados nossos esforços em prol da conservação da Biodiversidade da alta bacia do rio Guapiaçu, levados a cabo por uma iniciativa particular de conservação da Mata Atlântica do Brasil, na concretização e promoção deste tipo de cooperação internacional na área da Ciência e Educação!

Sejam todos muito BEM-VINDOS à REGUA!

 

Capacitação de professores para o uso de trilhas interpretativas

Uma estação na Trilha Interpretativa (© Tatiana Horta)

As trilhas interpretativas têm atributos especiais como: a sensibilização do público, a interação e a conscientização. Por meio destes meios é possível transmitir ao público conhecimentos, de maneira informal, o que permite a participação no processo ensino-aprendizagem de maneira mais agradável. Através dos recursos desse meio busca-se envolver os visitantes e despertar um novo olhar sobre a natureza, por meio da interpretação ambiental.  

O uso da trilha interpretativa é uma ótima ferramenta em educação ambiental. Para melhor proveito dessa estratégia, é necessário preparar os profissionais da educação para seu uso. O educador não deve só conhecer bem o percurso da trilha, mas também saber dos seus potenciais que se correlacionam com os conteúdos trabalhados em sala de aula.

O Programa de Capacitação para professores do projeto Guapiaçu Grande Vida tem por objetivo aproximar tais profissionais desse importante instrumento de sensibilização ambiental. Assim, há um melhor aproveitamento nas visitas escolares que acontecerão ao longo do ano na REGUA.

Em setembro, o curso teve como público-alvo os professore do município de Cachoeiras de Macacu, participaram das atividades 18 educadores de escolas do município. O evento ocorreu nos dias 11, 20 e 28 de setembro com carga horária de 20 horas, com aulas teóricas e práticas na REGUA.

Monitores ambientais: seleção e capacitação

Foto dos alunos e monitores (© Tatiana Horta)

A proposta de educação ambiental para monitoramento da análise de água de rios do município é a realização de um programa piloto envolvendo os estudantes da rede pública do município de Cachoeiras de Macacu. O objetivo é sensibilizar os jovens para a importância da preservação ambiental para a qualidade dos rios, assim como sobre a influência do homem em determinados locais.

Para esse segundo grupo, cinco unidades escolares do município foram selecionadas para o programa piloto se apresentado: Colégio Estadual Sol Nascente, Colégio Estadual Maria Zulmira Torres, Colégio Estadual Maria Veralba Ferraz, Colégio Municipal Professor Carlos Brandão e CIEP 479 Dr. Mário Simão Assaf. A proposta foi apresentada aos estudantes, e as Fichas de inscrição foram distribuídas aos interessados. Os alunos inscritos participaram de uma seleção, que avaliou não só critérios como histórico escolar, mas também a criatividade, comunicação, liderança, pró atividade, relação interpessoal, capacidade de produção, disponibilidade e responsabilidade.

Colhendo e analisando amostras de água (© Tatiana Horta)

Foram 71 estudantes inscritos na seleção, e desses, 30 foram selecionados. Os estudantes selecionados participaram de uma capacitação nos dias 14, 17 e 18 de setembro, com carga horária de 20 horas, com aulas teóricas e práticas na REGUA. Os estudantes capacitados participarão de coletas para análise de água mensalmente, junto com a equipe do projeto a partir de outubro, junto com a primeira turma capacitada.

São coletadas amostras de água em 12 pontos da bacia hidrográfica e os resultados são computados e analisados pelos jovens com a supervisão de profissionais da equipe do projeto. Esses resultados alimentam um banco de dados que vão gerar uma publicação que será finalizada em 2019.

RPPN RESERVA ECOLOGICA DE GUAPIACU – REGUA I,II,III (Chanceladas pelo INEA em 2013,2014, 2017 respectivamente).

O livro “10 anos de apoio a conservação da biodiversidade- Programa Estadual de Reservas Particulares do Patrimonio Natural- do INEA” – foi apresentado e distribuido durante evento aberto ao publico interessado. Proprietários de terras, autoridades e equipe técnica do INEA, representantes do governo estadual e municipal, representantes da Confederação Nacional de RPPNs, representantes de ONGs se reuniram no Museu do Amanhã, centro da cidade do Rio de Janeiro, para comemorar o resultado obtido nesta ultima década referente ao incentive do INEA na criação de 85 RPPNs que protegem 8 mil hectares no estado do Rio de Janeiro. As RPPNs (Reservas Particulares do Patrimonio Natural) sao criadas pela livre e espontanea vontade do proprietário em caráter de perpetuidade. A figura jurídica das RPPNs esta contemplada no Sistema Nacional de Unidades de Conservação-SNUC conforme previsão da Lei Federal 9985/2000.

Depoimento do Nicholas e Raquel Locke

O Brasil tem varios biomas e, neles, muitas das paisagens mais belas do planeta. Nao faltam montanhas , rios, cachoeiras, praias e florestas com flora e fauna especificas. Pensando na sua proteção, o governo nos brindou com uma parceria através do termo RPPN. A criação de RPPNs permite que aqueles proprietários que se preocupam com a  perpetua conservação das sus propriedades criem seus santuarios, chancelados pelo governo e protegidos por lei. O governo ganha com o aumento das areas protegidas e os RPPNistas garantem a preservação das mesmas. Com o novo Código Florestal, recomendo que todos os proprietários transformem suas Reservas Legais e Areas de Proteção Permanente (APPS) em RPPNs, ganhando anuencia da Receita Federal, redução de impostos e futuros beneficios através de pagamento por serviços ambientais.

Com isso, teríamos uma definição territorial melhor, facilitando o planejamento e a gestão da paisagem, alem da tranquilidade fiscal. Assim, garantimos a preservação da nossa imensa biodiversidade, e as futuras gerações ganham um pais mais bonito. Olha que maravilha!

 

Espécie nova de Odonata (Zygoptera / donzelinha) da REGUA

É com muita satisfação que anunciamos a publicação de mais uma espécie nova para a ciência encontrada na REGUA.

O artigo de Ângelo Parise Pinto e Tom Kompier pode ser lido ou baixado aqui: “In honor of conservation of the Brazilian Atlantic Forest: description of two new damselflies of the genus Forcepsioneura discovered in private protected areas (Odonata: Coenagrionidae)

Forcepsioneura regua sp. nov. (© Tom Kompier)

A nova espécie pertence ao gênero Forcepsioneura (endémico da Mata Atlântica), tendo sido denominada de F. regua sp. nov.

A contribuição de Tom para nosso conhecimento da fauna local de libélulas (lavadeiras) e donzelinhas tem sido magnífica e aporta evidencia muito valiosa sobre a importância  e valor biológico desta Reserva da Natureza. Ele iniciou sua pesquisa de campo visando o inventário das espécies de Odonata da região em 2012, efetuando viagens a cada dois meses  desde a Holanda até à REGUA ao longo de 2013 afim de cobrir as distintas estações do ano;  identificando 204 species na alta bacia do rio Guapiaçu, desde a baixada até à região montanhosa de Salinas na região dos Três Picos.  Tom recebeu apoio de Ângelo Pinto e do Professor Alcimar Carvalho do Museu Nacional /UFRJ, tendo o resultado sido publicado sob a forma de um guia de campo para os Odonata da Serra dos Órgãos (veja detalhes em Publicações).

Posteriormente, Tom se mudou para o Vietnã a serviço da Cooperação da Embaixada da Holanda nesse país asiático, onde passou dois anos percorrendo o mesmo de ponta a ponta para fazer o guia de campo definitivo das espécies de libélulas dessa nação!

A diferença principal entre lavadeiras e donzelinhas é a posição em repouso das asas; nas primeiras elas se estendem perpendicularmente ao corpo e nas demais estão apostas dorsalmente e alinhadas com o eixo do mesmo.

Desde antão a REGUA tem recebido visitas anuais guiadas por Tom para observar e fotografar Odonata, sendo possível ver cerca de 160 espécies diferentes num espaço de 8 dias!!

Mais uma vez, muito obrigado Tom por sua determinação exemplar e magnífica contribuição; tendo o seu trabalho nos inspirado para proseguir com projetos semelhantes no que tange a formigas, borboletas e aranhas.

Projeto de reintrodução da Jacutinga (Aburria jacutinga) na REGUA

Em 2010, tendo em conta a alarmante situação de conservação da jacutinga e as constantes pressões ao habitat da espécie, teve início o “Programa de Conservação de Aves Cinegéticas da Mata Atlântica: Reintrodução e Monitoramento de Jacutingas (Aburria jacutinga)e.g. Projeto Jacutinga. O programa foi uma exigência do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio/APA Mananciais do Rio Paraíba do Sul com a finalidade de atender parte do passivo ambiental referente à licença de instalação do gasoduto Caraguatatuba-Taubaté (GASTAU) construído pela Petrobras.

A Fase I (2010-2013) do programa confirmou a raridade da jacutinga na Região da Serra do Mar e a necessidade de um reforço populacional urgente a fim de evitar a extinção local da espécie, considerada Criticamente Ameaçada (CR) de extinção pela lista de animais ameaçados no estado de São Paulo e Em Perigo (EN) de acordo com a lista Nacional de dezembro de 2014. No estado do Rio de Janeiro a espécie está extinta, tendo sido avistada pela última vez em 1978 no Itatiaia e em 1980 na Serra dos Órgãos; o que levou à extensão do programa de reintrodução da ave para a Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA).

Alecsandra Tassoni e Flávio Soffiati, veterinário do Projeto. (©  REGUA)

A Fase II (iniciada em 2014 e com duração prevista para cinco anos) visa a reintrodução e monitoramento de jacutingas na região da Serra da Mantiqueira em São Francisco Xavier na Serra da Mantiqueira, em áreas próximas ao Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Caraguatatuba/São Paulo e na REGUA/Cachoeiras de Macacu, estado do Rio de Janeiro . Paralelamente, será estabelecido um protocolo de reintrodução e monitoramento destas aves de forma a poder ser replicado em outros locais onde a espécie está localmente extinta.

 As ações do projeto envolvem testes de sanidade das aves, preparação comportamental, reintrodução/soltura e monitoramento, educação e disseminação da importância da conservação da jacutinga e outras aves de Mata Atlântica. O apoio de zoológicos e dos criadouros conservacionistas de jacutingas, mediante fornecimento de aves para serem soltas é fundamental para o sucesso do projeto.

As jacutingas Thaty, Lily, Coffee e Carmen oriundas de cativeiro (3 da UENF e 1 do Parque das Aves) ficaram cerca de 6 meses no viveiro de reabilitação do Projeto Jacutinga em São Francisco Xavier para treinamentos de reconhecimento de predadores (aves de rapina, felinos e cães), teste alimentar, de voo e observações comportamentais. Após serem consideradas aptas para soltura foram transferidas para o viveiro de ambientação na REGUA onde passarão um mês de aclimatação antes da soltura.  Após a reintrodução serão monitoradas através de transmissores de localização via rádio, busca ativa e pela participação da comunidade local incentivando a prática de observação de aves.

Alecsandra, Flávio, Raquel e Rildo transportando a primeira jacutinga para o viveiro (© REGUA)

 

O projeto realizou a primeira soltura em junho de 2016 e até o momento foram 12 jacutingas soltas na Serra da Mantiqueira e 06 na Serra do Mar, totalizando 18 indivíduos.

Este projeto é realizado pela SAVE Brasil e patrocinado pela Fundação Grupo Boticário no RJ e pela Petrobras em SP.

 Alecsandra Tassoni, coordenadora do Projeto Jacutinga da SAVE Brasil

Plataforma de cooperação trilateral compartilhada entre Moçambique, Alemanha e Brasil

Apesar de Moçambique e o Brasil distarem milhares de kilómetros um do outro geograficamente, ambos compartilham a mesma língua materna, possuem climas relativamente semelhantes e também interesses econômicos.

Poderão eles aprender um com o outro e se ajudar mutuamente? –  Desde 2006, o banco de Desenvolvimento Alemão GIZ vem promovendo um acordo de cooperação entre os dois países em diversos setores e, no final do ano passado, uma universidade do Rio de Janeiro convidou vários projetos de conservação de sucesso a compartilhar uma plataforma na internet visando aumentar a visibilidade dos mesmos e a promoção do turismo.

Os Delegados (© REGUA)

Tanto a Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD), quanto a Conservação Internacional (CI) participaram, tendo-se demonstrado que todos possuem interesse comum em ajudar outras organizações de ambos os países a se envolver e compartilhar experiências. Foi colocada a primeira pedra!

Borboleta rara encontrada na REGUA

Ortilia polinella
Fêmea de Ortilia polinella (© Duncan McGeough)

O projeto do próximo guia de campo da REGUA – Guia de Observação das Borboletas da Serra dos Órgãos – está progredindo, e com ele têm surgido conhecimentos novos sobre a fauna local de borboletas, juntamente com registros novos baseados em fotografias de hóspedes, voluntários e demais visitantes, que não param de chegar.

Uma notável raridade da Mata Atlântica foi encontrada em outubro de 2013 por Duncan McGeough, um voluntário da Alemanha, a apenas 30 metros do escritório da REGUA. Ortilia polinella (A. Hall, 1928), uma borboleta ‘prima’ das  Fritillarias da Europa como Melitaea cinxia. Esta espécie é conhecida de menos de meia dúzia de localidades nos estados brasileiros de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo; sendo também muito raramente encontrada em coleções (apenas três fêmeas e seis machos no Museu de História Natural, Londres ). Um achado estupendo!

Os adultos são encontrados principalmente em matas, nas áreas e locais iluminados pelo Sol (bordas, pequenas clareiras, ao longo de trilhas, etc). Sua biologia é desconhecida, mas outras espécies do gênero usam espécies de Justicia (Acanthaceae) como plantas alimentícias das larvas. A foto mostra um exemplar feminino desgastado, descansando e tomando sol entre vôos exploratórios curtos para encontrar uma planta para ovipositar.

Duncan também ajudou com a criação do folheto de mariposas da REGUA que os hóspedes podem pegar na pousada, com 60 espécies comuns facilmente observadas no muro das mariposas.

Mais informações sobre Ortilia polinella podem ser encontradas aqui:

Fotos digitais de espécimes: http://butterfliesofamerica.com/L/t/Ortilia_polinella_a.htm

Revisão de Phyciodes/Ortilia por Higgins : http://archive.org/stream/bulletinofbritis43entolond#page/119/mode/1up

No microuniverso das bromélias

Juliana em pleno trabalho no seu experimento nas pastagens do Campestre, em Guapiaçu.

Quando observamos um riacho, é impossível não perceber a quantidade de folhas que nele caem. As folhas da vegetação ao seu redor representam uma importante fonte de energia para os organismos aquáticos. Contudo, apesar de serem encontradas em grande quantidade, esse alimento possui uma qualidade inferior relativamente às algas, também encontradas em ambientes aquáticos. Está em curso atualmente, um grande debate na área de Ecologia de Ecossistemas sobre qual deles é o alimento mais importante para as relações alimentares entre organismos aquáticos: as folhas mortas, em grande quantidade; ou as algas, de melhor qualidade?

Para obter uma resposta, Juliana Leal (MNRJ) utiliza bromélias-tanque como ecossistemas-modelo. As bromélias possuem muitas similaridades com os grandes ambientes aquáticos de água doce, especialmente em relação à presença de algas e folhas mortas como principais fontes de alimento para os organismos que a habitam. Através da sobreposição de diferentes malhas de sombrites, ela conseguiu 12 diferentes níveis de penetração de luz na água armazenada nas bromélias. Como as algas necessitam de luz para produzir seu alimento, a sua quantidade será afetada pela disponibilidade da mesma. Assim, Juliana espera verificar como os insetos aquáticos utilizam as algas e as folhas mortas como alimento: quanto maior a disponibilidade de algas, mais os insetos as consomem? – Ou existe uma quantidade mínima de algas necessária para que os organismos a utilizem como principal alimento?

Registros novos de borboletas para o Estado do Rio de Janeiro

Semomesia geminus (Fabricius, 1793), REGUA, RJ, Brasil (© Jailson da Silva)

Apesar do RJ ter sido historicamente uma das portas de entrada preferida de muitos dos naturalistas que nos visitaram – quer no tempo da Colônia, como no do Império – resultando num invejável precedente de alguns séculos de pesquisa e documentação da Biodiversidade no Estado; ainda aparecem ‘surpresas’ ocasionalmente e, inclusive, espécies novas para a Ciência, especialmente nos grupos menos estudados e amostrados.

Nesta postagem damos a conhecer dois registros novos de borboletas para o RJ, da família Riodinidae. Estas espécies foram documentadas – por meio de fotografia digital – por alguns dos nossos hóspedes, pesquisadores ou funcionários, em suas caminhadas pelas trilhas da REGUA.

Semomesia geminus possui registros no ES, MG e PE, pelo que seu aparecimento no RJ não foi uma surpresa total; tendo já sido fotografada uma meia dúzia de vezes nas trilhas da REGUA por várias pessoas, inclusive nossos guarda-parques.

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Calospila parthaon (J.W. Dalman 1823), REGUA, RJ, Brasil, December 2015 (© Sandra Lamberts)

Calospila parthaon é conhecida apenas da região Amazônica e referenciada na BA, tendo sido fotografada (ambos sexos) na Trilha São José, por nossos hóspedes Arnold Wijker e Sandra Lamberts em Dezembro de 2015, numa estadia de fotografia muito produtiva na qual registraram muitas ocorrências novas de Riodinideos na REGUA e na região do Pico do Caledônia (Parque Estadual dos Três Picos – PETP).

Bibliografia

SOARES, BIZARRO, BASTOS, TANGERINI, SILVA, DA SILVA & SILVA; 2011. Preliminary analysis of the diurnal Lepidoptera fauna of the Três Picos State Park, Rio de Janeiro, Brazil, with a note on Parides ascanius (Cramer, 1775). Tropical Lepidoptera  Research 21(2): 66-79.

BIZARRO, J. M. S. & A. SOARES, 2012. Semomesia geminus (Fabricius, 1793) (Lepidoptera: Riodinidae: Mesosemiini): First records for Rio de Janeiro and Pernambuco states, range extension and distribution map, with an assessment of its potential wider occurrence in Brazil. Check List 8(3): 548-550.